Aula aberta sobre produção de cannabis para fins medicinais

No próximo dia 26 de março, às 11h, terá lugar uma aula aberta no âmbito da unidade curricular de Horticultura Herbácea do Mestrado em Engenharia Agronómica da Universidade de Évora, lecionada por Ana Cristina Agulheiro Santos, investigadora do MED e docente na Universidade de Évora. A sessão decorrerá na sala 112 do Polo da Mitra (Edifício António Santos Júnior) da Universidade de Évora, e será dedicada ao tema da produção de cannabis para fins medicinais.

A aula contará com a participação de dois especialistas com experiência prática neste setor emergente: João Cruz, Engenheiro Agrónomo e CEO da Microplant, e Tomás Ribeiro, Engenheiro Agrónomo e Diretor de Cultivo na Herdade das Barrocas.

Dada a atualidade e especificidade do tema, a aula será aberta a toda a comunidade académica e a outros interessados, promovendo a discussão e a disseminação de conhecimento numa área em rápido desenvolvimento no contexto agrícola e farmacêutico.

Nota sobre os oradores convidados:

João Cruz é Engenheiro Agrónomo e atualmente CEO da Microplant, uma empresa de referência na área da biotecnologia vegetal e produção de plantas por micropropagação. Ao longo do seu percurso, especializou-se no desenvolvimento de sistemas de produção tecnicamente exigentes, com forte enfoque no condicionamento ambiental, melhoramento genético e na gestão de culturas altamente intensivas, como a cannabis medicinal. A sua experiência posiciona-o na interseção entre investigação, inovação e produção profissional, contribuindo ativamente para a modernização e eficiência dos sistemas produtivos agrícolas.

Tomás Ribeiro é Engenheiro Agrónomo e atualmente Diretor de Cultivo na Herdade das Barrocas, onde lidera a gestão e otimização de sistemas de produção agrícola em ambiente altamente controlado. Ao longo do seu percurso, adquiriu experiência sólida na propagação de plantas, evoluindo posteriormente para a gestão de culturas altamente intensivas, com especial enfoque na produção de cannabis medicinal. A sua atividade centra-se no controlo técnico de todo o ciclo produtivo, desde a propagação até à produção final, posicionando-se na interseção entre conhecimento agronómico, tecnologia e produção profissional de elevada exigência.